Como a IA pode ajudar as PMEs a serem mais eficientes em 2026
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05/01/202614/12/2023

Por redação AIoT Brasil
A maioria das empresas de telecomunicações já incorporou sistemas de inteligência artificial em diversas áreas operacionais, mas ainda há desafios a serem superados para a otimização da eficiência dessas operações. Essa informação é um dos destaques do estudo feito pela Nokia, em colaboração com a Analysys Mason, que ouviu 84 diretores de organizações do setor em diferentes regiões do mundo, entre as quais a América Latina.
Em relação ao estágio de aplicação, a pesquisa mostrou que 55% das operadoras de telecom se encontram em um nível intermediário de automação impulsionada por IA em tarefas específicas e ações operacionais, enquanto 18% permanecem em um estágio básico. Quanto aos objetivos estratégicos das empresas ao adotar IA, em primeiro lugar estão as soluções de segurança e cibersegurança impulsionadas pela tecnologia, e 55% dos operadores já utilizam essas ferramentas.
Outros 50% dos diretores da área disseram que incorporaram IA para o design e o planejamento de redes, 48% aplicam soluções de atendimento ao cliente, 28% buscam a melhoria na qualidade do serviço, 24% pretendem aumentar as receitas e 22% se concentram na melhoria da experiência do consumidor.
O estudo também captou os obstáculos enfrentados pelas empresas na implantação de soluções baseadas em IA, e 23% dos operadores destacaram a dificuldade de obtenção de dados de alta qualidade. A falta de maturidade tecnológica foi apontada por 18% dos entrevistados, e 15% que mencionaram os problemas de escala nos casos de uso.
Como critérios cruciais para a escolha de um fornecedor de IA, a capacidade de oferecer serviços gerenciados foi destacada por 24% dos diretores como o fator mais relevante, e 23% consideram indispensável a experiência em telecomunicações e em IA e 21% valorizam a experiência em telecomunicações. Quanto aos fatores com impacto na duração dos projetos, 52% apontaram o tempo necessário para criar modelos a partir do zero como a etapa mais demorada e 51% disseram que é o tempo para acessar dados e treinar equipes.
Wilson Cardoso, diretor de Tecnologia da Nokia para a América Latina, ressaltou que, apesar da presença generalizada da IA nas redes de telecomunicações, percebe-se que as operadoras ainda se encontram em um estágio intermediário: “É necessário continuar implementando novas soluções de IA para atingir níveis mais altos de automação e colher plenamente os benefícios em termos de eficiência, segurança, consumo de energia e monetização”, disse.
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