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Por redação AIoT Brasil
Uma revolucionária bateria que precisa de apenas alguns segundos de luz solar para manter wearables carregados foi apresentada no início de agosto por um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia Avançada da Universidade de Surrey, na Inglaterra.
De acordo com o estudo, publicado na plataforma científica ScienceDirect, a descoberta combina a tecnologia de baterias de íon de zinco com células solares do mineral perovskita e pode ser utilizada em vários tipos de dispositivos de internet das coisas.
Jinxin Bi, principal autor do artigo, disse que a nova bateria é uma alternativa promissora para o uso eficiente de energia limpa e permitirá que os dispositivos vestíveis sejam operados continuamente sem a necessidade de carregamento na tomada. “Nosso protótipo pode representar um passo à frente na maneira como interagimos com vestíveis e outros dispositivos de IoT, como monitores remotos de saúde em tempo real”, explicou.
Os pesquisadores afirmaram que o sistema ecologicamente correto é único, devido ao seu design estrutural elegante e bem combinado entre a bateria integrada e a célula solar, o que permite alta densidade de energia e volume comparável às microbaterias de última geração e supercapacitores.
“Esse projeto é um exemplo de como a Universidade de Surrey se dedica a produzir pesquisa e inovação que equipam a humanidade com conhecimento, ferramentas e tecnologias para nos ajudar a viver uma vida melhor e mais sustentável”, disse Wei Zhang, colíder do estudo e especialista em células solares de perovskita do Instituto de Tecnologia Avançada.
Yunlong Zhao, especialista em baterias para wearables, acrescentou: “As características únicas do nosso sistema fotorrecarregável ultrarrápido podem promover amplas aplicações em dispositivos de IoT vestíveis e autoalimentados, sistemas de energia autônomos e eletrônica de emergência, por meio de sistemas fotorrecarregáveis flexíveis”.
A Universidade de Surrey é um centro de excelência em sustentabilidade que promove pesquisas multidisciplinares com o objetivo de enfrentar as mudanças climáticas, despoluir o ar e reduzir os impactos da poluição na saúde. A instituição se classificou em 55º lugar no ranking global Times Higher Education, que avaliou o desempenho de mais de 1.400 universidades em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.
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