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IA aplicada em ares-condicionados melhora eficiência energética

As mudanças climáticas tendem a gerar alterações de consumo nos próximos anos. E a IA será uma grande aliada para a produção de aparelhos mais eficientes e que impactem menos o meio ambiente

06/02/2024Por Rodrigo Fiani

IA aplicada em ares-condicionados melhora eficiência energética
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Por Rodrigo Fiani* 

As mudanças climáticas são uma realidade e tendem a gerar alterações de comportamento e de consumo nos próximos anos em todo o planeta. Tanto é que pesquisadores do Mawazo Institute, em Nairóbi, e da Escola de Minas do Colorado, nos EUA, sugeriram em um texto publicado na Scientific American que o ar-condicionado se torne um direito humano das pessoas diante da crise climática.

Para se ter ideia, o inverno de 2023 foi considerado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) como um dos mais quentes dos últimos 60 anos no Brasil. Segundo dados de uma pesquisa do Itaú Unibanco, a venda de ares-condicionados disparou em setembro deste ano: 46% de crescimento, em comparação com o mesmo período de 2022.

As ondas de calor atípicas que estamos vivenciando impactaram na procura por aparelhos de ar-condicionado da LG: houve crescimento de 21% em outubro, em comparação ao mesmo período de 2022. Nosso país também é o que mais pesquisa o termo “ar-condicionado” no Google.

As estimativas apontam, hoje, para a existência de 2 bilhões de aparelhos de ar-condicionado no planeta, e mais 4 bilhões de unidades devem ser produzidas até 2050. Atualmente, apenas cerca de 22% das moradias no Brasil possuem ar-condicionado, um mercado que deve crescer muito nos próximos anos.

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em conjunto com as italianas Fundação CMCC e a Universidade Ca’Foscari de Veneza, apontam que 96 de 100 residências terão ar-condicionado até 2035!

Esse aumento vai pressionar o consumo de eletricidade a níveis nunca vistos antes. A boa notícia é que a inteligência artificial será uma grande aliada para a produção de aparelhos e soluções de climatização mais eficientes em termos de consumo de energia elétrica – e que impactem menos o meio ambiente. Funções inteligentes também podem melhorar a eficiência dos produtos para uso em estações e regiões mais frias.

Os ares-condicionados da LG Electronics, por exemplo, possuem tecnologia capaz de escanear a situação climática do ambiente, identificar os padrões de utilização do usuário e configurar automaticamente os principais detalhes para uma climatização confortável, como: a temperatura, a direção e a velocidade do vento, de forma totalmente personalizada. Para acionar a função de inteligência artificial basta usar o aparelho por pelo menos 48h com a função Smart Care ativada, que pode ser feito pelo controle remoto ou no aplicativo LG ThinQ.

Outra função que reduz o impacto energético é a Energy Control, que permite reduzir o consumo de energia do ar-condicionado imediatamente, a partir do momento em que a função é ativada, tanto pelo controle remoto ou aplicativo, oferecendo ainda maior conforto e comodidade ao usar o produto.

A inteligência artificial é o futuro da conectividade e da relação do consumidor com o ecossistema de eletroeletrônicos de nossas casas. E uma grande aliada de um futuro economicamente e ambientalmente sustentável.

*Rodrigo Fiani é vice-presidente de Vendas IT, B2B e ar-condicionado da LG do Brasil

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#alterações climáticas#google#Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)#lg#LG ThinQ#Mawazo Institute#meio ambiente#Smart Care

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